O agente recebe contexto, entende o objetivo, observa o projeto, decide a próxima ação e volta a observar o resultado. Ele lê → decide → age → valida — e repete até terminar. Foi exatamente assim que construímos esse sistema.
O agente só performa bem quando entende a estrutura, o padrão de nomes, a pasta certa e a intenção do projeto. Sem contexto, ele inventa.
Boa parte da inteligência do sistema vem da organização. A estrutura de pastas vira contexto operacional — o agente lê e entende onde está.
Quando o agente aprende um fluxo em uma skill, ele deixa de improvisar toda vez e passa a repetir o processo com consistência.
O agente orquestrador não faz tudo. Ele entende qual skill precisa entrar primeiro e em que momento parar ou publicar.
Automação de Postagens - clientes deixa claro o propósito do sistema inteiro desde o nome.
Cada cliente tem seu espaço próprio. Isso evita mistura de identidade, conta, assets e projetos entre contas diferentes.
Carrossel, estático, cortes e Twitter coexistem no mesmo cliente, cada um com seu fluxo e suas skills próprias.
Esse padrão permite crescer para N clientes sem precisar reinventar onde fica cada coisa — a estrutura se replica.
Transforma texto-base em carrossel completo. Cria roteiro, HTML, PNGs e pasta própria por post com data + tema.
Entra em carrosseis/, encontra pastas sem legenda.txt, lê o roteiro e escreve a legenda com palavras-chave e 5 hashtags.
Pega os PNGs e o legenda.txt, sobe para URL temporária e publica via Graph API, salvando publicacao.json.
Lê o estado do projeto e decide qual skill chamar: criar, legendar, publicar ou completar pendências. Ele não faz — ele decide.
Cria novos clientes e novos projetos, monta a estrutura padrão, abre assets-cliente e registra briefing visual.
A skill não é só uma instrução. Ela é a forma de codificar o processo para o agente repetir sem se perder. É documentação viva que o agente executa.
IA tende a criar algo diferente toda vez. Para uma marca, isso é um desastre. O agente designer precisa ser condicionado a seguir regras editoriais e visuais fixas — como um designer que absorveu o manual da marca.
Cada carrossel ganha uma pasta nova com data + slug. Isso foi uma decisão importante — nunca sobrescreve trabalho anterior e facilita o orquestrador a identificar o estado.
A skill entra nas pastas dentro de carrosseis/ que ainda não têm legenda.txt. Isso evita retrabalho e mantém o processo rastreável.
A legenda deixa de ser uma etapa manual solta e passa a ser continuação lógica do carrossel. O agente não inventa — ele lê o roteiro e deriva a legenda.
O arquivo legenda.txt sempre fica dentro da própria pasta do carrossel. Isso simplifica o trabalho do publicador — tudo no mesmo lugar.
O publicador só trabalha quando existem PNGs e legenda.txt. Sem os dois, ele para.
Os slides são enviados para uma URL pública temporária antes de entrar na Graph API.
Um container por imagem do carrossel, com espera entre chamadas para evitar rate limit do Meta.
Após publicação, salva publicacao.json na pasta do post — o sinal de que esse post foi concluído.
Capa de Reel tem regras diferentes de um carrossel. Precisa ter título impactante visível, funcionar como thumbnail pequeno e ser lido em menos de 1 segundo. As regras visuais são diferentes.
O orquestrador não desenha, não escreve legenda e não publica diretamente. Ele olha para o projeto e entende se falta criar, legendar, publicar ou só informar status. É o agente que decide a ordem.
Você para de precisar lembrar manualmente em que etapa cada post está. O sistema se auto-organiza a partir dos arquivos presentes na pasta — os arquivos são o estado.
Cria pasta do cliente, assets-cliente/ com subpastas (logo, fontes, cores, referencias, elementos), cliente.md e formatos iniciais.
Entra em cliente existente, cria o novo formato, registra projeto.md e briefing-visual.md desde o início.
Se o formato criado for carrossel, ela já duplica o fluxo validado com todas as skills internas.
A skill também instrui a abastecer assets-cliente/ com logo, fontes, manual de cores e referências.